Vereador de BH é acusado de empregar amiga
O vereador e "amiga" se relacionavam pela internet. “Ele teria utilizado o cargo para nomear uma pessoa e ter vantagens pessoais. As mensagens trocadas entre eles [vereador e a mulher] que a gente teve acesso tinham uma conotação sexual”, disse o promotor.
Segundo a ação, Gomes e a mulher teriam se conhecido em meados de 2011, por meio de uma rede social, quando passaram a se relacionar virtualmente. Ainda de acordo com o MPMG, já no fim de daquele ano, as conversas ganharam tom mais “picante”.
Ainda conforme consta no documento enviado à Justiça, as conversas mudaram de rumo quando o vereador passou a oferecer um emprego à moça. “Em 22 de setembro de 2011, Alexandre Gomes informa a M.C. que conseguiu para esta uma vaga como terceirizada na Regional Noroeste. Em 03 de outubro, o requerido informa que será chamada esta semana. Já no dia 08/10/11, diz que M.C. está recebendo como estagiária, mas a quer como contratada”, afirma a Promotoria.
Segundo o MPMG, em depoimento, a moça contou que o valor do salário combinado com Gomes seria de aproximadamente R$ 1,2 mil, entretanto, ela passou a receber cerca R$ 600. Em razão da diferença, ela ganharia, segundo relato à Promotoria, pagamento extra, entregue diretamente pelo vereador.
Nepomuceno explicou que não é possível confirmar se houve relação sexual entre os dois, mas que, nos diálogos, fica claro o registro de encontro entre o político e a mulher na Câmara Municipal depois do horário das 17h.
Ainda de acordo com o Ministério Público, em uma conversa em dezembro, o vereador teria dito que gostaria de “ver os seios” da mulher e, dias depois, prometido a ela um emprego na Câmara.
Segundo a Promotoria, Alexandre Gomes alegou que encaminhou o currículo da mulher para a Prefeitura, pedindo eventual convocação para prestação de serviços de natureza terceirizada.
A ação foi encaminhada à Justiça em setembro e corre na 4ª Vara da Fazenda Municipal de Belo Horizonte. De acordo com a assessoria do Fórum Lafayette, o processo, que está em fase inicial foi distribuído para o juiz Renato Dresch.
O G1 entrou em contato, nesta tarde, com o gabinete do vereador, e um assessor informou que o parlamentar não se encontrava e que não havia um posicionamento oficial sobre a denúncia. Em nota, divulgada no início da noite, Alexandre Gomes afirma que acredita não haver "qualquer motivação para a ação proposta pelo Ministério Público"
.Fonte G1
Segundo o MPMG, em depoimento, a moça contou que o valor do salário combinado com Gomes seria de aproximadamente R$ 1,2 mil, entretanto, ela passou a receber cerca R$ 600. Em razão da diferença, ela ganharia, segundo relato à Promotoria, pagamento extra, entregue diretamente pelo vereador.
Nepomuceno explicou que não é possível confirmar se houve relação sexual entre os dois, mas que, nos diálogos, fica claro o registro de encontro entre o político e a mulher na Câmara Municipal depois do horário das 17h.
Ainda de acordo com o Ministério Público, em uma conversa em dezembro, o vereador teria dito que gostaria de “ver os seios” da mulher e, dias depois, prometido a ela um emprego na Câmara.
Segundo a Promotoria, Alexandre Gomes alegou que encaminhou o currículo da mulher para a Prefeitura, pedindo eventual convocação para prestação de serviços de natureza terceirizada.
A ação foi encaminhada à Justiça em setembro e corre na 4ª Vara da Fazenda Municipal de Belo Horizonte. De acordo com a assessoria do Fórum Lafayette, o processo, que está em fase inicial foi distribuído para o juiz Renato Dresch.
O G1 entrou em contato, nesta tarde, com o gabinete do vereador, e um assessor informou que o parlamentar não se encontrava e que não havia um posicionamento oficial sobre a denúncia. Em nota, divulgada no início da noite, Alexandre Gomes afirma que acredita não haver "qualquer motivação para a ação proposta pelo Ministério Público"
.Fonte G1
