Operação Hooligans
Polícia divulga saldo da 'Operação Hooligans': três presos, bombas apreendidas e Guerrero convocado
A 'Operaçã Hooligans', realizada pela Polícia Civil nesta quinta, resultou em três torcedores presos. Além disso, foram apreendidos explosivos, drogas e dinheiro

Francisco De Laurentiis/ESPN.com.br
A 'Operaçã Hooligans', realizada pela Polícia Civil durante esta quinta-feira, resultou em três torcedores do Corinthians presos pela invasão ao CT Joaquim Grava, em 3 de fevereiro. Além disso, foram apreendidos explosivos, drogas e uma grande quantidade de dinheiro, inclusive dólares.
Os três torcedores presos são Tarcisio Baselli Diniz, Gabriel Monteiro de Campos (conhecido como República) e Danilo dos Santos Gomes. Tarcísio e Gabriel foram identificados pelas imagens das câmeras de segurança do Corinthians e presos por mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça, enquanto Danilo foi preso em flagrante por portar uma arma calibre .38 com numeração raspada, além de drogas e rojões modificados (explosivos).
Gabriel, inclusive, já tem passagem pela Polícia. Ele foi indiciado por furto e ameça no metrô de São Paulo, após confusões no transporte público da capital paulista, no início do mês.
Gabriel, inclusive, já tem passagem pela Polícia. Ele foi indiciado por furto e ameça no metrô de São Paulo, após confusões no transporte público da capital paulista, no início do mês.
Outros três torcedores ainda estão sendo procurados pela Polícia, que tem ao todo cinco mandados de prisão temporária, mas não foram localizados até a tarde. Segundo policiais, as chances das prisões ocorrerem ainda nesta quinta são pequenas.

Operação Hooligans
Além das prisões, ainda foram apreendidos diversos itens nas sedes das torcidas organizadas 'Gaviões da Fiel', 'Pavilhão 9' e 'Camisa 12'. Na 'Gaviões', foram encontrados R$ 2.158 e US$ 3.680, além de drogas e rojões modificados para se tornarem explosivos. Na 'Camisa 12', foram apreendidos mais R$ 18.496 e uma quantidade de maconha. Ao todo, 90 policiais participaram da "Operação Hooligans".
Também foi divulgado que o atacante Paolo Guerrero, que teria sido "esganado" por torcedores durante a invasão do CT Joaquim Grava, em 3 de fevereiro, será convocado para depor pela Polícia Civil. O objetivo é auxiliar na identificação
dos torcedores.
"Já foram ouvidas diversas pessoas do Corinthians, como o presidente, o chefe de segurança, funcionários, o médico Joaquim Grava. O Paolo Guerrero ainda pretendemos ouvir, assim como outras pessoas", disse Margarete Barreto, delegada responsável pelo caso.


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