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As favoritas no Rio


Grande Rio, Salgueiro e Mangueira se destacam em uma primeira noite fria de desfiles na Sapucaí

No primeiro dia de desfiles, seis agremiações passaram pela Marquês de Sapucaí

No primeiro dia de desfiles, seis agremiações passaram pela Marquês de Sapucaí - 1 (© Thiago Bernardes)
Thiago Bernarde

Fonte MSN Carnaval
A noite prometia. A Império da Tijuca, de volta à elite após 16 anos, abriu os desfiles fazendo o “chão tremer” com um samba de refrão forte. Na sequência, a Grande Rio mostrou ter voltado aos bons momentos com uma apresentação de tirar o chapéu. No entanto, a empolgação neste primeiro dia na Sapucaí parou por aí.
Com exceção do Salgueiro, que tem seu público fiel nas arquibancadas e saiu sob os gritos de "É campeão", São Clemente e as sempre cotadas Mangueira e Beija-Flor decepcionaram e não levantaram os presentes. Foi, no geral, uma noite fria, em que a plateia pouco se identificou com as apresentações.
Melhor para quem for se apresentar nesta segunda-feira ou para a Grande Rio, que desponta como favorita por ter tido a melhor performance da noite, podendo, é claro, ser incomodada pela turma do Salgueiro.
A Tricolor de Duque de Caxias, que homenageou a cidade de Maricá sob a visão da cantora Maysa, trouxe inovações e teve arrancada de campeã. O ponto alto foi um homem bala sendo lançado de um canhão logo na comissão de frente.
Antes, a Império da Tijuca não fez um desfile para abocanhar o título, mas, sim, para permanecer na elite. O enredo “Batuk” falava sobre a influência do batuque africano na cultura brasileira. O samba, forte, fez a escola do Morro da Formiga marcar presença e ser uma grata surpresa.
Já a São Clemente, acostumada a sofrer com os rebaixamentos, vai lutar mais um ano para não cair. A escola da zona sul carioca teve problemas com alegorias, deixou buracos e deve penar na mão dos jurados.
Na sequência, Mangueira, Salgueiro e Beija-Flor tiveram desfiles irregulares, mas que não as tiram da possibilidade de surpreender na apuração. Principalmente a escola de Nilópolis, vaiada antes de desfilar por conta da homenagem a Boni, mas que fez um desfile correto, como de praxe, embora mais frio que o habitual.
A Mangueira, que vinha com um samba-enredo badalado, não fluiu da forma que se esperava, alternando altos e baixos com seus carros na estreia de Rosa Magalhães como carnavalesca. O enredo, que falava de festas populares brasileiras, era batido. No fim, uma alegoria teve a cabeça de um pajé decapitada pela torre de TV e deve fazer a Verde e Rosa perder décimos preciosos.
O Salgueiro foi mais vibrante que Mangueira e Beija-Flor ao falar sobre a criação do mundo, embora tenha perdido gás na metade final do desfile. A escola ainda sofreu com um problema no abre-alas, o que abriu enorme clarão que muito provavelmente custará décimos preciosos para a agremiação.

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